sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Dezembro

Amo o mês de dezembro.
É um mês especial: as pessoas estão dispostas a amar mais, a perdoar, a agradar a família, a festejar, a abraçar mais, a dar e receber carinho; tanta coisa acontece em dezembro.
As ruas ficam enfeitadas, as cores dão mais vida às cidades.
A alegria se torna mais real.
As emoções ficam a flor da pele, tudo é revestido de uma magia e sobretudo de luz, muita luz.
Tudo isso porque as pessoas realmente se abrem mais e conseguem perceber o outro de forma diferente. Diria consegue perceber o outro.
Porque em dezembro lembramos daquele que amou primeiro, naquele que deu a vida por todos!
Façamos que o dezembro sobreviva em nossos corações durante o ano todo e veremos essa luz brilhar pra sempre em nossas vidas e em nossos corações!
É o maior presente que poderíamos dar a nós mesmos!

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

O tal do amor

O amor não acaba. 
O amor apenas sai do centro das nossas atenções. 
O tempo desenvolve nossas defesas, nos oferece outras possibilidades e a gente avança porque é da natureza humana avançar. Não é o sentimento que se esgota, somos nós que ficamos esgotados de sofrer, ou esgotados de esperar, ou esgotados da mesmice. 
Paixão termina, amor não. 
Amor é aquilo que a gente deixa ocupar todos os nossos espaços, enquanto for bem-vindo, e que transferimos para o quartinho dos fundos quando não funciona mais, mas que nunca expulsamos definitivamente de casa.




                                                                                               Martha Medeiros
Não aguento mais esse sentimento sem rumo, eu não sei mais o que fazer ao te ver, antes mesmo do meu coração palpitar rapidamente, será que devo te olhar nos olhos, ou devo fingir que não te vi? 
Bom, de qualquer jeito, isso não fará sentido nenhum. Do que adianta eu sorrir pra você e você sorrir para um outro certo alguém? Do que adianta você olhar nos meus olhos e quando olhar nos dela seus olhos brilharem e um sorriso grande abrir? É, acho que estou sobrando nesta história toda.


terça-feira, 29 de novembro de 2011

Em terra de leoa...




"Pode pegar, se eu joguei fora é porque não me serve mais.

São os sapos que se transformam em príncipes, não os cachorros.

E em terra de Leoa meu bem, cachorra não tem vez!"

Se arrependa do que você NÃO fez.

    

     Hoje em dia as pessoas se decepcionam com coisas fúteis, tratam friamente aqueles que amam, deixam um relacionamento ser tomado pelo orgulho e depois dizem que está faltando amor no mundo. O que está faltando não é amor, é atitude. Atitude de dizer o que sente sem medo de ser rejeitado, coragem de dar o primeiro passo e fazer a sua parte independente do outro. 
       Surpreenda. 
      E se tudo der errado? Se, na pior das hipóteses isso acontecer, não se preocupe. Você tem uma vida inteira para tentar novamente e quantas vezes forem preciso! Se nem o que é bom dura para sempre, o que te fere há de durar menos ainda. Por isso viva insanamente, ame com intensidade e quando tudo acabar tenha orgulho de dizer...

"EU SÓ ME ARREPENDO DO QUE NÃO FIZ".

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Crie laços.

Crie laços com pessoas que lhe fazem bem, que lhe parecem verdadeiras e desfaça os nós que lhe prendem aquelas que foram significativas em sua vida, mas que infelizmente, por vontade própria ou não, deixaram de ser.
 Nó aperta.
Laço enfeita. 


Dar...

E por falar em dar... dar não é fazer amor.
Dar é dar. Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido, mas dar é bom pra cacete. 
Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca, te chama de nomes que eu não escreveria, não te vira com delicadeza, não sente vergonha de ritmos animais. 
Dar é bom. Melhor do que dar, só dar por dar. 
Dar sem querer casar, sem querer apresentar pra mãe, sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo. 
Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral, te amolece o gingado, te molha o instinto.
Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã. Tem caras que você vai acabar dando, não tem jeito. Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem esperar ouvir futuro.
Dar é bom. Na hora. Durante um mês. Para as mais desavisadas, talvez por anos. Mas dar é dar demais e ficar vazia. 
Dar é não ganhar. É não ganhar um "eu te amo" baixinho, perdido no meio do escuro. É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir. É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar: "Que cê acha, amor?".
Dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito. Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor, esse sim é o maior tesão. Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar o suficiente pra nem perceber as catarradas na rua.

                                                                 Luis Fernando Veríssimo


E muito melhor do que dar, experimente ser amada...